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10 restaurantes em São Paulo com boa gastronomia e design para encher os olhos

A Casa de Francisca está no centro de SP em um palacete que conta a história da música na cidade | Foto: Reprodução@casadefrancisca

Com uma atmosfera vibrante e multifacetada, São Paulo possui uma gastronomia diversa para diferentes tipos de gostos e bolsos. Um bom restaurante deve encantar ao escolher e tratar os ingredientes com cuidado e respeito, criando combinações de sabores e aromas únicos. Mas na metrópole não é incomum que a proposta gastronômica também seja traduzida pela atmosfera minuciosamente pensada.

Se espaços de encher os olhos fazem toda a diferença para uma experiência de sensações que uma boa refeição proporciona, a DW! elencou 10 restaurantes em São Paulo que chamam atenção não só pelo sabor, como também pela arquitetura e o design de interiores. Que tal combinar a próxima edição da DW! Semana de Design de São Paulo com um roteiro gastronômico? A DW! SP 2024  já tem data marcada para sua 13ª edição, de 14 a 24 de março.

Ama.zo

Ama.zo traz receitas focadas na cultura peruana e nos sabores amazônicos em casarão dos Campos Elíseos | Foto: Divulgação

‘Cocina con Libertad’ é o lema do chef peruano Enrique Paredes, que comanda a cozinha do Ama.zo (@amazoperuano) com duas unidades em SP: uma no Pátio Higienópolis e outra num casarão centenário conhecido como Casa de Don’Anna (foto), nos Campos Elíseos. O projeto de Ramos de Azevedo (1851-1928) foi revitalizado em 1940 por Jacques Pilon e, agora, abriga eventos e o restaurante – que combina sabores do Peru e da Amazônia – ocupa seu jardim.

Ama.zo oferece almoço – de terça a domingo, com horários que partem das 12h e vão se estendendo no correr da semana – e jantar de quarta a sábado (19h às 22h). Pet-friendly e com foco em peixes e frutos-do-mar, o Ama.z0 investe também em carnes, aves e alguns pratos vegetarianos. Entre as entradas, Esparrago, Copoazú e Algas (R$ 79) traz o chamado cushuro, uma alga conhecida como ‘caviar dos Andes’. Com indicação do Guia Michelin na categoria Bib Gourmand, o Ama.zo tem sobremesas inovadoras e clássicas como o Suspiro Limeño, em versão desconstruída com doce de leite peruano, quinoa e togarashi, praliné e sorvete de fruta da temporada.

Onde: Rua Guaianases, 1149 – Casa de Don’Anna – Campos Elíseos. Fechado às segundas.
$$$ – Com opções veganas e vegetarianas. Pet-friendly.

Arturito

O Arturito, da Paola Carosella, tem atmosfera leve, dada pelo paisagismo | Foto: Reprodução @restaurantearturito
O Arturito, da Paola Carosella, tem atmosfera leve, dada pelo paisagismo | Foto: Reprodução @restaurantearturito

Sob o comando da chef Paola Carosella está o Arturito (@restaurantearturito), em Pinheiros. O restaurante fica aberto para almoços – de terça à sexta, das 12h às 15; aos sábados e domingos, das 12 às 16h – e jantares – de terça a sábado, das 19h às 23h. Entre os antepastos, versões para agradar paladares adeptos ou não às carnes, como as Vieiras Mimi – assadas na crostinha de parmesão, salsinha e manteiga – e a Berinjela Assada (oliva, balsâmico verdadeiro e pimenta).

Os pratos principais trazem frutos do mar, carnes, massas e ensopados. Entre eles, o Tagliolini de Espinafre ai Qattro Formaggi  (R$ 86) e o Polvo Assado no Forno à Lenha (R$ 178). A personalidade da chef Paola perpassa a cozinha e direciona, também, o projeto de arquitetura do escritório Cândida Tabet. Para a adaptação do prédio existente, a proposta estimou como elemento fundamental a estrutura tubular, que sustenta o paisagismo e ocupa da fachada ao salão, oferecendo leveza e uma atmosfera casual ao espaço.

Onde: Rua Artur de Azevedo, 542 – Pinheiros. Fechado às segundas.
$$$ – Com opções veganas e vegetarianas.

Casa de Francisca

A Casa de Francisca está no centro de SP em um palacete que conta a história da música na cidade | Foto: Reprodução@casadefrancisca
A Casa de Francisca está no centro em um palacete que conta a história da música em SP | Foto: Reprodução @casadefrancisca

A Casa de Francisca (@casadefrancisca) já existia há uma década quando, em 2017, mudou para o histórico Palacete Teresa Toledo de Lara. Ele foi construído em 1910, tombado pelo patrimônio municipal de São Paulo (Condephaat) e fica localizado no centro velho da cidade, na Sé. A casa de shows, bar e restaurante respeita as características históricas do projeto original, mas inclui uma explosão de cores, um teto acústico e cenográfico e uma arquibancada construída com as antigas cadeiras de um cinema, no projeto do Vapor Arquitetura.

A casa oferece almoços com ou sem música e jantares com música, com programação que pode ser pesquisada e reservada aqui. E há uma etiqueta a ser seguida: entre as regras, está a interrupção do serviço de bar e cozinha durante o show em respeito à experiência de todos. No cardápio, tanto do almoço quanto do jantar, há opções veganas e vegetarianas. Entre os pratos principais do jantar estão o Xinxim de Legumes no Dendê e a Polenta com Ragu de Lentilha e Cogumelo Fresco (ambos R$ 62). Na carta de coquetéis, entre os destaques, há o Sirimbó (cachaça de Jambu, suco de umbu, clara de ovo pasteurizada, xarope de maracujá e limão siciliano) por R$ 38.

Onde: Rua Quintino Bocaiúva, 22 – Sé. Fechado às segundas.
$$ – Com opções veganas e vegetarianas. Com música ao vivo.

Charco

Uma das vistas do Charco, que ocupa um casarão antigo em SP | Foto: Reprodução @charcorestaurante
Uma das vistas do Charco, que ocupa um casarão antigo em SP | Foto: Reprodução @charcorestaurante

Os chefs Tuca Mezzomo e Nathalia Gonçalves colocam o fogo e a brasa como protagonistas do menu autoral do Charco (@charcorestaurante), com inspiração sulista dada pela infância de ambos. O restaurante – que alcançou a indicação do Guia Michelin na categoria Bib Gourmand e, em 2022, integra o ranking de “50 Melhores Restaurantes da América Latina” – ocupa um casarão antigo nos jardins, que manteve sua estrutura original. Ali, paredes descascadas e portas (que reservam a abertura que parece criada por golpes de marreta), receberam o incremento da luz baixa e do mobiliário que exalta a madeira. O projeto é assinado pela arquiteta Elisete Borim com participação ativa do chef Tuca.

Aberto de terça a sábado no jantar (das 19h às 23h) e de sexta a domingo no almoço (das 13h às 16h), tem opções que incluem queijos como únicos elementos de origem animal, mas não pratos veganos. Entre as iguarias principais, Costela defumada com cará, cogumelos e alho negro e o Porco preto com milho tostado. No Charco é possível, além de pratos individuais, pedir dois tipos de Menu: Degustação (R$ 350) e Harmonizado (R$ 545).

Onde: Rua Peixoto Gomide, 1492 – Jardim Paulista. Fechado às segundas e no último domingo do mês.
$$$ – Com opções vegetarianas (lacto-vegetarianas).

Èze

Ambiente interno no Èze, com decoração inspirada em cores e elementos mediterrâneos | Foto: Divulgação

O restaurateur Marcelo Muniz (do italiano Nonna Rosa e do espanhol Me Vá), está à frente da gastronomia contemporânea do Èze (@restaurante.eze), com cozinha comandada pelo chef Lucas Oliveira. Com nome inspirado no vilarejo medieval entre Mônaco e Nice, na Riviera Francesa, o restaurante quer trazer um pouco da aura mediterrânea em seus pratos e ambiência que combina palha, tons de turquesa e iluminação com velas, planejada pelo arquiteto Otavio de Sanctis. O endereço está aberto todos os dias para almoço, de segunda à sexta (12h às 15h30), e jantar (a partir das 19h). Aos sábados e domingos, funciona a partir do meio-dia e encerra, respectivamente, à meia-noite e às 17h.

Clássicos patos, tartares, frutos-do-mar e carnes em receitas francesas – à risca ou em revisitações – são o core dos pratos principais e entradas. Bom exemplo é o Tartare de Boeuf Haché (carne crua picada na ponta da faca, gema de ovo curada e mix de tubérculos a R$ 68). Há opções veganas e vegetarianas como os Faux Raviolis – falsos raviolis com picles de beterraba, recheados de tapenade vegano, pesto de castanhas e finalizados com pó de beterraba (R$48). Entre os drinques, versões autorais e, claro, taças (R$ 34) ou jarras (R$ 120) de Clericot.

Onde: Alameda Tietê, 513 – Jardins. Aberto diariamente.
$$$ – Com opções veganas e vegetarianas e Menu Executivo sem bebida (R$ 75) ou com uma taça e vinho e uma água (R$ 95).

Kotori

O Kotori tem gastronomia e ambientação com características japonesas modernas | Foto: Levi Mendes via

Em Pinheiros, abriu em 2021 o Kotori (@kotori.sp), restaurante desenhado pelo Coletivo Arquitetos. O resultado é fruto da imersão na cultura japonesa, onde o chef Thiago Bañares busca a inspiração para sua gastronomia. Entre intrincadas e leves estruturas de madeira encaixada e a inspiração no washi – papel especial feito a partir de fibras dos arbustos Kozo, Gampi e Mitsumata – para o desenho de alguns elementos de fechamento do mobiliário, o Kotori é singular. O restaurante funciona de terça a domingo, das 19h às 23h30, e no almoço a partir das 12h, apenas no sábado até 16h e no domingo até 17h.

Na cozinha do lugar – indicado duas vezes no ranking “50 Melhores Restaurantes da América Latina”, o carro-chefe são os espetos, entre os quais estão o Tamagoyaki (omelete) finalizado na brasa, servido com maionese da casa e shichimi togarashi (pimenta vermelha) a R$ 18 e o Negima (sobrecoxa de frango e cebolão, por R$ 15). Há ainda pratos tradicionais de izakaya, como o Maze Soba – ramen sem caldo com tarê de shoyu, hortaliças, togarashi (mix de temperos), carne de porco e frango moída e gema curada (R$ 74). É possível provar saquês de pequenos produtores e drinques, a exemplo do Ume Highball (R$ 45), que leva Johnnie Walke GL, umeshu (licor de ameixa japonesa) da casa e soda.

Onde: Rua Cônego Eugênio Leite, 639 – Pinheiros. Fechado às segundas e no último domingo do mês.
$$ – Com opções veganas e vegetarianas.

Metzi

Espaço do balcão que aproxima o bar dos convivas, no Metzi, restaurante mexicano contemporâneo | Foto: Reprodução @metzirestaurant

O encontro da culinária mexicana com ingredientes tradicionais brasileiros faz do Metzi (@metzirestaurant), dos chefs Luana Sabino e Eduardo Nava Ortiz, uma experiência de sabores calcada na sazonalidade dos ingredientes e afastada de clichês. Com um cardápio que se altera todos os dias, respeitando os ingredientes de cada estação, à la carte ou em um sistema ‘pré-fix’ (R$ 355) com possibilidade de versões veganas, o Metzi é mais um desta lista indicado no ranking “50 Melhores Restaurantes da América Latina”.

A partir de terça, às 19h, o restaurante funciona para jantar até sábado, com horários de fechamento entre 22h30 e 23h. No almoço está aberto aos sábados (12h30 às 15h) e aos domingos (13h às 17h). Na ambientação, o balcão (foto) para quem gosta de ver o movimento do bar é o destaque, bem como as mesas mais intimistas, que acomodam, no máximo, seis convivas. Os elementos mexicanos são introduzidos com máxima sutileza, como no quadro que traz Frida Kahlo, sem sombreros e vihuelas.

Onde: Rua João Moura, 861 – Pinheiros
$$$ – Com opções veganas e vegetarianas.

Pappagallo

Uma das vistas do Pappagallo instalado num casarãoo dos anos 1940 | Foto: Reprodução @pappagallo.cucina
Uma das vistas do Pappagallo instalado num casarão dos anos 1940 | Foto: Reprodução @pappagallo.cucina

Capitaneado por um ex-Masterchef, o chef Pedro Mattos, o restaurante Pappagallo (@pappagallo.cucina) está instalado no coração dos Jardins, e promete uma fusion food com âncora na culinária italiana. O espaço ocupado por ele é um casarão tombado, datado dos anos 1940. Com reforma assinada pelo designer e decorador de clubes, restaurantes e hotéis, Rudolf Piper, manteve tijolos e partes do piso original aparentes, aliados à fachada de vidro e à escada entalhada à mão, em madeira. Piper foi diretor de promoções do lendário Studio 54; proprietário do Danceteria, em NY, onde Madonna fez alguns de seus primeiros shows e, no Brasil, licenciou, entre outros, o Buddha Bar, na Vila Daslu.

O Pappagallo por ele decorado, traz lasanhas, polvo, polpetone e drinques autorais. Entre os pratos que se mantêm no cardápio estão a Lasanha Pappagallo – massa fresca a bolonhesa com fonduta de grana padano (R$ 84) e massas vegetarianas, como o Gnocchi de Mandioquinha recheado com mussarela, molho de tomate e catupiry gratinado (R$ 80), além do Risoto de Cogumelos (R$ 77).  Aberto todos os dias no almoço, de segunda a domingo (12h às 17h), e no jantar (diariamente, a partir das 19h).

Onde: Alameda Jaú, 1372 – Jardins. Aberto diariamente.
$$$ – Com opções vegetarianas (lacto-vegetarianas) e Menu Executivo.

Ping Yang

Salão do Ping Yang com móveis que primam pela madeira e a palhinha em décor contemporâneo | Foto: Reprodução @pingyangsp

No perfil do Instagram do restaurante Ping Yang (@pingyangsp) está escrito: “Cozinha tailandesa tradicional e moderna, livre de estereótipos. Feita com fogo”. A frase resume a visão desse gastrobar tailandês, comandado pelo chef Maurício Santi. O Ping Yang foge ao estereótipo de restaurantes thai tradicionais, revisitando clássicos, com comidas para compartilhar e ambiente contemporâneo e clean, pensado pelas arquitetas Joanna Marino (Grun Studio) e Flavia Machado.

Aberto de segunda a sábado (a partir das 19h), o lugar faz poucas concessões ao buscar uma Tailândia experimentada pelo chef por sete anos e que traz a grelha como ferramenta fundamental. Sempre concorrido, vale fazer reserva para saborear iguarias como o Pla Dip, um crudo de peixe com molho Nahm Jim Taleh (R$ 62); o Gaeng Kiaw Wan Neua, curry verde de carne (R$ 92); ou a versão vegana Gaeng Kiaw Wan Hed , curry verde de cogumelos (R$86).

Onde: Rua Dr. Melo Alves, 767 – Cerqueira César. Fechado aos domingos.
$$$ – Com opções vegetarianas e veganas.

Vista

Salão do Vista, no terraço do antigo prédio do Detran, projetado por Niemeyer | Foto: Reprodução @vistaibirapuera
Salão do Vista, no terraço do antigo prédio do Detran, projetado por Niemeyer | Foto: Reprodução @vistaibirapuera

Em frente ao Parque Ibirapuera está uma construção de grandes proporções apoiada sobre pilotis. O antigo prédio do Detran é assinado por ninguém menos que Oscar Niemeyer e, hoje, pode ser apreciado como se deve: o conjunto arquitetônico desenvolvido na década de 1950 abriga o MAC|USP – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, considerado um centro de referência de arte moderna e contemporânea brasileira e internacional. Na cobertura diante do Ibirapuera e do skyline da cidade, está o Vista (@vistaibirapuera) restaurante brasileiro comandado pelo chef Marcelo Corrêa Bastos.

Os interiores, que dialogam com o moderno e são assinados pelo PROTOTYP&, foram setorizados em restaurante, bar, café e centro de eventos, contando com mobiliário autoral desenvolvido com exclusividade para o projeto. No menu, clássicos caipiras como Leitoa à Pururuca com Tutu e Couve servido aos domingos, para duas pessoas (R$ 289), além de pratos contemporâneos como o Magret de Pato com Arroz de Cogumelos com Tucupi (R$ 125) ou o Nhoque de mandioquinha com queijo tallegio da Serra da Antas, creme de taioba, ora pro nobis e manteiga trufada (R$ 89). O Vista abre de terça a sábado (12h às 16h e das 19h às 23h). Aos domingos, funciona apenas para almoço (das 12h às 17h).

Onde: cobertura do MAC USP – Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – 8o andar – Vila Mariana. Fechado às segundas.
$$$ – Com opções vegetarianas (lacto-vegetarianas), pratos especiais aos sábados e domingos e Menu Executivo de terça a sexta, com prato principal e sobremesa (R$ 84).

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Dica extra!

A Casa do Porco Bar

A Casa do Porco tem espaço descontraído e amplo em uma esquina no Centro de SP | Foto: Reprodução @acasadoporcobar

Considerado o 12º Melhor Restaurante do Mundo pela lista The World’s 50 Best Restaurants e 4º lugar no ranking latino-americano, A Casa do Porco Bar (@acasadoporcobar) não poderia ficar de fora dessa lista. O restaurante é comandado pelos chefs Janaína Torres – eleita melhor chef da América Latina em 2023 – e Jefferson Rueda, que fazem da comida caipira sua base. No lugar, há pratos à la carte e um menu degustação em oito etapas (R$ 290) – se harmonizado com drinques, acrescente R$ 210 à conta.

Entre as pedidas, há entradas carnívoras como os Canapés de Linguiça de Porco Caipira com Torresmo e Farofa (R$ 71) ou veganas, a exemplo do Sushi de Cogumelos (R$ 44) . Nos principais, uma das atrações é o Porcoletta – carré de porco à milanesa com folhas, ervas-frescas, molho da casa e rabanete (R$ 106). A casa está aberta todos os dias, mas aos domingos o horário de fechamento é até 17h. O ambiente é assinado pelo arquiteto Herbert Holdefer.

Onde: Rua Araújo, 124 – República. Aberto diariamente.
$$$ – Com opções veganas e vegetarianas.

A lista acima é apenas um recorte de uma ampla oferta gastronômica de São Paulo, que vale a pena conhecer para ampliar seu repertório de sabores e referências de design, claro! Conhece algum restaurante que deveria aparecer por aqui? Escreva o nome e conta pra gente nos comentários.

Esperamos você pra 13ª edição do maior festival urbano de design da América Latina. Para uma experiência ainda mais incrível, vamos publicar uma série de conteúdos sobre como aproveitar melhor a DW! Semana de Design de São Paulo.  Nosso guia de viagem já está no ar. Também reunimos dicas de como montar a melhor mala para a DW! SP e há spoilers dessa nova edição, aqui. Pra finalizar, o time DW! recomenda: assine a newsletter da DW! no botão abaixo e fique por dentro de tudo.

 

* Preços e cardápios consultados entre setembro de 2023 e janeiro de 2024, sujeitos a alterações.

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2 respostas

    1. Olá, Heloísa! Que bom que gostou, fazemos com cuidado. 🙂 Se tiver novas dicas, compartilha com a gente!

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