DW! Brasília: 40 eventos marcaram a programação da segunda edição do festival em 2026. Confira os melhores momentos!

Em sua segunda edição, a DW! Brasília realizou 40 eventos em dois distritos de design, celebrando o design e a arquitetura que formam a identidade da capital. A cidade voltou a integrar o calendário nacional de Semanas de Design e o circuito da plataforma DW!, que organiza festivais pelo Brasil há 15 anos. O patrocínio desta edição foi do Casapark, com apoio de Ornare e apoio cultural da Fundação Athos Bulcão.

De 22 a 25 de setembro de 2026, os distritos Casapark e Lago Sul concentraram exposições, bate-papos, feira de design autoral independente, lançamentos de produtos e coleções, encontros com profissionais e outras ações das marcas participantes. Ao longo dos quatro dias, a programação reuniu iniciativas voltadas à arte e à produção autoral e ampliou o diálogo entre diferentes áreas da economia criativa.

Idealizador e CEO da DW!, Lauro Andrade afirmou que “voltar a Brasília para a segunda edição da DW! tem um significado muito especial, especialmente por poder homenagear Athos Bulcão, um artista que traduz como poucos a relação entre arte, arquitetura e a própria identidade da cidade. A proposta da DW! é justamente criar essas conexões e mostrar como o design está presente em diferentes territórios, linguagens e negócios. Nesta edição, ampliamos o circuito pela capital e reunimos marcas, profissionais, artistas, colecionadores e criativos em uma programação que convida o público a olhar para Brasília a partir dessas diferentes perspectivas”.

DW! Brasília homenageou Athos Bulcão em mostra

Um dos eixos desta edição foi a relação de Brasília com a obra de Athos Bulcão, artista cuja produção passou a fazer parte da identidade visual e arquitetônica da capital. A homenagem esteve presente tanto no conceito visual que orientou o festival quanto na programação, com destaque para a exposição Entre Tempos, realizada pelo Casapark com apoio institucional da Fundação Athos Bulcão, que também foi apoio cultural do festival.

Foto: Mathews Montalvão

Mais de 40 obras, entre elas desenhos e pinturas pouco conhecidos do grande público, compuseram a mostra, que percorreu seis décadas da produção do artista e revelou diferentes aspectos de sua obra. Alguns desenhos e gravuras de Athos Bulcão vieram de acervos particulares e puderam ser vistos pelo grande público pela primeira vez. Entre as surpresas, destaque para a série dedicada ao Carnaval, ligada às memórias de infância e juventude do artista no Catete, no Rio de Janeiro.

ADEPRO assinou identidade visual e tema Do Chão nasce o Horizonte, que inspirou exposição

O tema desta edição da DW!, Do Chão nasce o Horizonte, e a identidade visual do festival foram criados pela Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (ADEPRO-DF), com supervisão e apoio da Fundação Athos Bulcão. O trabalho partiu de referências ligadas ao território, à arquitetura e ao design da capital e estabeleceu um diálogo visual com a produção de Athos Bulcão.

Mosaicos, linhas orgânicas e referências às formas presentes na arquitetura e na paisagem de Brasília foram pontos de partida e de chegada das criações, que dialogaram com a formação da cidade, o território e os marcos visuais e arquitetônicos da capital, com destaque para as obras de Athos Bulcão, artista homenageado desta edição da DW! Brasília.

Foto: Mathews Montalvão

A ADEPRO criou uma exposição com o mesmo nome, Do chão nasce o horizonte, com mobiliário, objetos, instalações e outras produções de designers que atuam no coletivo. A mostra foi um manifesto sobre a profunda relação do design candango com o seu entorno. Nessa materialização do território no design brasiliense, o território surgiu como ponto de partida.

Historicamente reconhecida por seu traço modernista e sua escala monumental, Brasília foi reinterpretada ali sob a ótica da cidade viva, da ocupação urbana e do solo que sustenta a capital. A narrativa propôs que o olhar, tantas vezes dirigido ao vasto céu do Planalto Central, se voltasse para as raízes, para a terra e para a vivência cotidiana do espaço.

Feira do Fuga foi realizada no Casapark pela primeira vez

Em sua 13ª edição, a Feira do Fuga participou pela primeira vez da programação da DW! Brasília e aconteceu no Casapark. Com curadoria de Valéria Pena-Costa, reuniu mais de 50 artistas e coletivos, que apresentaram sua produção criativa mais recente. Foram centenas de obras, entre pinturas, gravuras e objetos, que colocaram em circulação diferentes linguagens e momentos de cada autor.

Com uma trajetória ligada à cena independente e contemporânea de Brasília, a Feira do Fuga mantém, entre suas propostas, aproximar artistas, público e agentes do mercado de arte.

Fotos: Mathews Montalvão

DW! Talks reuniram temas e olhares inovadores sobre arquitetura e design

Os DW! Talks estiveram entre os principais eventos da DW! Brasília. As palestras, realizadas nos distritos Casapark e Lago Sul, promoveram o encontro de grandes profissionais e formadores de opinião do universo da arquitetura, do design, da cultura e dos negócios em torno de temas relevantes da atualidade.

No dia 22, o arquiteto Martin Corullon realizou a palestra Entre Escalas. Arquiteto, sócio-diretor e fundador do METRO Arquitetos, ele percorreu o portfólio de projetos da casa para refletir sobre a intersecção entre a escala urbana e o olhar para o detalhe do objeto, em diálogo com a curadora Clarissa Schneider. No dia 23, foi a vez do tema Colecionismo e o Mercado Internacional, com Marina Bertholdi. A vice-presidente sênior da Christie’s no Brasil propôs um olhar sobre a crescente presença do design brasileiro entre colecionadores e no circuito internacional de leilões. A conversa percorreu a valorização de peças e autores nacionais, os aspectos que despertam o interesse de novos acervos e os atributos que transformam objetos de design em peças de desejo e coleção. A mediação foi de Carlos Alberto, diretor da Hill House.

No dia 24, dois bate-papos foram realizados na flagship Ornare. O Traço como Identidade: do Esboço à Escala Urbana foi o tema que José Ricardo Basiches trouxe para o público. O premiado arquiteto e artista visual observou o contexto de um mundo hiperdigitalizado e mostrou como processos criativos autorais e hábitos despretensiosos, como registrar insights e croquis em guardanapos de papel, podem se transformar em um método rigoroso de design total. Em seguida, a palestra Vila Raiô: residências como serviço para a longevidade reuniu Tarik Faraj, sócio do Grupo TRK, e a arquiteta Denise Zuba. Eles detalharam os diferenciais e inovações presentes no primeiro empreendimento LaaS–Longevity do Brasil e primeiro na América Latina com certificação Fitwel v3 Senior Housing.

Fotos: Mathews Montalvão

No dia 25 (fotos acima), o artista visual Nuno Ramos apresentou o projeto Athos, inspirado na obra O Sol Faz a Festa, de Athos Bulcão, criada para o Teatro Nacional de Brasília. A conversa sobre o processo criativo e o diálogo com o legado do artista teve mediação de Lúcio Albuquerque, sócio-diretor da Cerrado Cultural. Para fechar a programação, a palestra Arquitetura e Ecossistemas Urbanos: a visão e a prática do Architects Office, com Sávio Jobim, convidou o público a imaginar como desenhar cidades e espaços capazes de responder às complexas demandas contemporâneas. O escritório revisitou projetos icônicos e internacionalmente premiados. Essa sólida bagagem conceitual e técnica construiu o repertório e a autoridade necessários para dar vida ao principal marco da apresentação, o WTC Biotic, em Brasília.

Marcas ampliaram a programação da DW! Brasília

Além das exposições e dos encontros promovidos pelo festival, as marcas participantes movimentaram todos os dias com lançamentos, instalações, oficinas, experiências, mostras e conversas ao longo da DW! Brasília. Confira os destaques entre os 40 eventos!

Distrito de Design | Lago Sul

Ornare

A flagship da marca, que completa 40 anos de excelência no segmento de mobiliário sob medida, realizou uma edição especial de DW! Talks, com dois encontros que reuniram grandes nomes. Em comum, reflexões sobre novos caminhos para a arquitetura.

Foto: Mathews Montalvão

Na palestra O Traço como Identidade: do Esboço à Escala Urbana – A importância do desenho à mão como ferramenta de pensamento arquitetônico e expressão artística, o premiado arquiteto e artista visual José Ricardo Basiches observou o contexto de um mundo hiperdigitalizado e mostrou como processos criativos autorais e hábitos despretensiosos, como registrar insights e croquis em guardanapos de papel, podem se transformar em um método rigoroso de design total. Uma imersão sobre como o pensamento analógico desenha o futuro dos edifícios, dos interiores e do design de produto, entre a macroarquitetura e a microescala.

Na palestra Vila Raiô: residências como serviço para a longevidade, Tarik Faraj (TRK Imóveis) e Denise Zuba (Denise Zuba Arquitetos) compartilharam os conceitos da Vila Raiô, primeiro LaaS–Longevity do Brasil e primeiro empreendimento da América Latina com certificação Fitwel v3 Senior Housing. A residência recusa rótulos e qualquer ambiente com aparência de adaptado e valoriza hospitalidade, segurança e privacidade. O empreendimento fica no Lago Sul, com projeto de arquitetura e interiores de Denise Zuba Arquitetos, consultoria em geroarquitetura de Flavia Ranieri e mobiliário sob medida Ornare projetado para a nova maturidade.

Distrito de Design | Casapark

Breton Brasília

O arquiteto e designer Gabriel Rosa, a designer e pesquisadora de tendências Karol Suguikawa e o arquiteto e designer Nicholas Oher participaram do bate-papo Novos olhares do design brasileiro: os processos criativos e as inspirações por trás de uma nova geração de talentos. Na conversa sobre processos criativos, referências e os caminhos do design brasileiro, os convidados compartilharam seus olhares sobre os lançamentos da Breton, o morar contemporâneo e as perspectivas para uma nova geração de talentos. A programação começou no cinema do Casapark e seguiu para a loja, que também apresentou lançamentos de mobiliário e objetos para áreas externas e um showroom renovado.

Fotos: Mathews Montalvão

Lumini

A marca apresentou o conjunto de lançamentos de 2026, com destaque para a reedição da arandela PMR, criada por Paulo Mendes da Rocha e pelo escritório METRO Arquitetos. A peça ganhou nova escala de produção e atualização técnica, com tecnologia LED e um sistema que permite controlar a incidência da luz.

O diretor e sócio-fundador do METRO, Martin Corullon, participou de atividades na loja e do coquetel, além de integrar a programação especial dos DW! Talks. Na palestra Entre Escalas, ele compartilhou reflexões sobre diversas dimensões dos projetos de arquitetura e design. Na intersecção entre a escala urbana e o olhar para o detalhe do objeto, método e prática se revelaram em trabalhos emblemáticos, que guiaram a conversa conduzida pela curadora Clarissa Schneider.

Estiveram em pauta projetos do METRO Arquitetos como a expansão e o restauro do MASP, da remontagem dos cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi ao novo edifício Pietro Maria Bardi; a revitalização do Edifício Renata, também no centro de São Paulo (SP), eleito o melhor retrofit do mundo pela revista britânica Monocle; e o Cais das Artes, em Vitória (ES), museu e teatro à beira-mar desenvolvidos em parceria com Paulo Mendes da Rocha, arquiteto paulista e vencedor do Prêmio Pritzker, que teve uma longa colaboração com o METRO, entre outros.

Foto: Mathews Montalvão

estudiobola

A loja recebeu Mauricio Lamosa, um dos fundadores, para uma conversa sobre Como construir uma marca de design e arquitetura: a jornada criativa e empresarial do estudiobola. Participaram do bate-papo Lauro Andrade, criador e idealizador da DW!, e Carlos Alberto, proprietário da Hill House, que conversaram sobre os 25 anos de trajetória, criação, negócios e expansão da marca.

O público também realizou visitas guiadas ao showroom. Com projeto assinado pelo arquiteto Alan Chu e cerca de 500 m², a loja segue a linguagem dos demais espaços da marca, com arquitetura e interiores de desenho limpo, nos quais mobiliários e objetos autorais assumem o protagonismo. O ambiente reúne peças icônicas, como a poltrona Shell, além dos lançamentos mais recentes do estudiobola.

Foto: Mathews Montalvão

Franccino

A marca destacou a coleção Tempo, lançamento de 2026 que nasceu de uma reflexão sobre aquilo que realmente permanece. Em um mundo marcado pela velocidade, a Franccino celebrou seus 25 anos reafirmando um valor que sempre guiou seu fazer, o de criar móveis pensados para acompanhar a vida ao longo do tempo. Desenvolvida em colaboração com os designers Daniela Ferro, Zia Costa, Studio La Mamba, Marina Linhares e o Estúdio Franccino, a coleção reúne peças que exploram equilíbrio, simplicidade e conforto.

A loja recebeu ainda o renomado fotógrafo Celso Júnior para falar sobre seu novo livro, Concretus – Coreografia Urbana, dedicado à arquitetura brutalista, à plasticidade de Brasília e ao jogo de luz sobre o concreto. O bate-papo teve mediação da especialista em História da Arte, designer de interiores e curadora Eliene Lucindo e abordou a série Concretus, que propõe uma exploração da arquitetura de Brasília por meio da fotografia, com ênfase em luz, sombra e formas. A marca também promoveu a palestra O poder de se tornar uma Marca, com Eliene Lucindo. A curadora, pesquisadora e coolhunter propôs uma nova perspectiva sobre o valor do profissional em um cenário cada vez mais tecnológico, no qual repertório, autoria, posicionamento e relações ganham ainda mais relevância.

Foto: Mathews Montalvão

Outro destaque foi a Oficina de Aquarela, em uma experiência criativa para desacelerar, experimentar as cores e descobrir novas possibilidades por meio da aquarela. Conduzidos pela artista visual e arte-educadora Mirian Lindgren, os dois encontros combinaram orientações práticas e liberdade de criação em um momento leve e acolhedor, pensado para quem nunca pintou ou quis aprofundar sua relação com a arte. A Franccino encerrou sua programação com Maria Paula Veras. A especialista e sommelier em cachaçaria conduziu um workshop sobre história, tempo e paladar, intitulado O envelhecimento em carvalho francês e sassafrás tem segredos que vão muito além do tempo de barril. A trajetória desde 1996 foi o ponto de partida da experiência, que mostrou na prática como a D’Veras Extra Premium traduz sofisticação em cada nota sensorial.

Hill House

A loja apresentou ao mercado de Brasília os lançamentos da Sette7, estúdio e ateliê criativo fundado pelas irmãs Vivian e Erika Coser, que produz mobiliário e objetos em pedras naturais e ornamentais e criações em vime de origem nacional. Eleita pela Casa Vogue como uma das arquitetas mais relevantes do Brasil, Vivian Coser participou de uma conversa sobre os conceitos e processos criativos da marca.

A Hill House recebeu também a exposição A cidade como experiência, da Cerrado Cultural, com obras de Adriana Vignoli, Alice Lara, Christus Nóbrega, David Almeida, Diego Bresani, Elder Rocha, Fernanda Azou, Helena Lopes, José Roberto Bassul, Matias Mesquita, Milton Ribeiro, Raquel Nava, Raylton Parga, Renato Rios, Valéria Pena-Costa e Virgílio Neto. A mostra, que segue em cartaz até 20 de dezembro, investiga como a experiência de viver na cidade participa da formação e da produção de seus artistas. Nascidos, formados ou atuantes na capital, eles construíram diferentes relações com Brasília ao longo de suas trajetórias.

Outra exibição em cartaz na loja durante o festival foi Ao Redor, da plataforma M’ART, com trabalhos de artistas que dirigem sua atenção a matérias, paisagens, seres e objetos e aproximam aquilo que muitas vezes passa despercebido daquilo que nos surpreende por sua escala, forma ou presença. Glenio Lima trabalhou com fragmentos e objetos atravessados pelo uso e pelo tempo, reorganizando esses materiais e as histórias que carregam. Bruno Stuckert partiu de paisagens que já despertam encantamento e interveio em suas imagens, alterando nossa percepção de luz, espaço e escala. Nas pinturas de Juliana Lama, seres e formas do mundo natural apareceram ampliados e intensificados, entre o reconhecimento e o estranhamento. Ludmilla Alves se deteve em formas, texturas e padrões naturais, isolando-os e trazendo-os para o primeiro plano.

A nova vitrine conceitual Entre Conexões também esteve em cartaz. O espaço, que funciona como uma grande caixa cênica logo na entrada da loja, recebeu a instalação assinada pelo artista Glenio Lima. Com mil aviões de lata e uma grande pintura em lona automotiva, a obra resgatou memórias de infância do artista e propôs um diálogo sensorial com a Brasília contemporânea.

Foto: Mathews Montalvão

JADERALMEIDA

Em setembro, diferentes cidades receberam a experiência Design Art Season 2026, e Brasília não ficou de fora. Novos lançamentos de Jader Almeida encontraram diferentes contextos em espaços de precisão, coerência e permanência, para aproximar design, arte e arquitetura. A partir de encontros, narrativas e novas perspectivas, cada lançamento revelou uma maneira singular de habitar os espaços e valorizou aquilo que acontece quando diferentes olhares compartilham o mesmo lugar.

Fotos: @jaderalmeida.brasilia

Smeg

Em uma celebração ousada de tradição, inovação e excelência no design, Porsche e Smeg redefiniram a ligação entre o prestígio automóvel e o estilo de vida contemporâneo. A collab lançada em Brasília apresentou peças que já nasceram como verdadeiros ícones, em duas novas linhas aplicadas a refrigeradores e eletroportáteis, Carrara White e Shade Green.

Fotos: Divulgação

Tidelli Brasília

A loja promoveu a instalação Laboratório de Cores, que explorou a cor como expressão e conectou design, formas e criatividade, inspirada na já icônica coleção Pentagramma, assinada por Francesco Maccapani Missoni para a Tidelli. Junto com a estreia da instalação, a loja recebeu coquetel e o lançamento da 5ª edição da Revista Aurora. Além da arquitetura monumental que projetou a cidade internacionalmente, a revista retrata casas, interiores, paisagismo, arte, música, comportamento e personagens que mostram uma face mais ampla da Brasília contemporânea.

O tema se ampliou na palestra Espaços que Despertam Sentidos, com Vanessa Testoni (comunicadora e estrategista especializada em arquitetura, design e bem-estar) e Alessandra Araújo (arquiteta e consultora em Feng Shui Tradicional Chinês), no dia 23 de setembro. A conversa abordou o papel da cor na criação e na transformação dos espaços e mostrou como escolhas cromáticas podem construir atmosferas, provocar percepções e contribuir para projetos com identidade. A programação incluiu ainda oficinas de macramê e de customização de velas exclusivas para profissionais.

Foto: Mathews Montalvão

 

A DW! Brasília aconteceu de 22 a 25 de setembro em dois Distritos de Design, Casapark e Lago Sul, com diversas atrações gratuitas, entre exposições, feira, lançamentos, oficinas, bate-papos e outras experiências. Acompanhe @dwsemanadedesign e nosso site para ficar por dentro das próximas edições da DW!.

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