Lumini lança Dupla e Quadra, luminárias do METRO Arquitetos que exploram o movimento como elemento construtivo

A investigação sobre o movimento como princípio construtivo orienta os mais recentes lançamentos da Lumini, desenvolvidos em parceria com o escritório METRO Arquitetos. As luminárias Dupla e Quadra nascem de um mesmo raciocínio conceitual: transformar a luz em um elemento ativo no espaço, capaz de responder diretamente à percepção de quem as utiliza.

Os desenhos partem de formas simples, articulações precisas e mecanismos aparentes que permitem alterar a configuração das peças e, consequentemente, a incidência da luz e a atmosfera do ambiente. Como afirma Martin Corullon, sócio da METRO Arquitetos, “Dupla e Quadra possuem soluções diferentes, com matrizes formais distintas — a curva e o plano —, mas que compartilham o mesmo princípio: criar um elemento escultórico que atue no espaço como uma forma ativa — para além de iluminar”.

Dupla

A luminária Dupla nasce da ideia de dualidade e articulação. Estruturada em alumínio, a peça é composta por dois corpos idênticos que podem ser movimentados, permitindo alterar simultaneamente a forma do objeto e a orientação das fontes luminosas. Ao girar e reorientar seus elementos, o usuário redefine o equilíbrio da composição e a direção da luz.

O que inicialmente se apresenta como um volume compacto de traços curvilíneos pode se abrir em diferentes configurações, produzindo novas relações formais e novas sensações luminosas. Nas palavras da curadora Clarissa Schneider, “Dupla traz dois elementos que dialogam, tensionam-se e encontram uma estabilidade provisória. Ao girar e reposicionar seus corpos idênticos, o usuário redefine simultaneamente forma e luz”. O projeto investiga como pequenas variações de ângulo podem alterar profundamente a percepção do espaço, transformando a luminária em um elemento ativo da ambientação.

A luminária Dupla da METRO Arquitetos para a Lumini | Foto: Divulgação

Quadra

A luminária Quadra parte da ideia do número quatro como estrutura compositiva. Formada por quatro lâminas móveis de alumínio articuladas em torno de um eixo central, a peça utiliza cada plano como rebatedor, permitindo que gire ou se incline de forma independente para modular a incidência luminosa e personalizar o direcionamento da luz.

Essa configuração possibilita concentrar a luz, difundi-la ou alternar entre emissão direta e indireta, adaptando o efeito luminoso conforme a necessidade do ambiente. Nesse projeto, o mecanismo não é ocultado, mas incorporado à linguagem do objeto. “A cada movimento, a forma se reorganiza e o ambiente se transforma com precisão e clareza construtiva”, observa Clarissa Schneider.

A luminária Quadra da METRO Arquitetos para a Lumini | Foto: Divulgação

Com Dupla e Quadra, a Lumini amplia seu repertório com peças que exploram a relação entre forma, movimento e luz, evidenciando como articulações e variações de posição podem transformar a experiência luminosa e a percepção espacial de maneira contínua.

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