Pela primeira vez, a DW! Semana de Design de São Paulo abraça um grande evento que conecta economia criativa, design circular e moda, sendo uma das principais atrações desta edição do festival. O Fashion Hub DW! ocupa de 19 a 22 de março de 2026 mais de 2 mil metros quadrados no Centro Cultural São Paulo (CCSP) com uma programação inédita e gratuita, que integra dezenas de ativações.
Apresentada pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, com apoio institucional da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), e realizada pela DW!, a iniciativa conta com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo e coprodução da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) e do Centro Cultural São Paulo (CCSP), onde acontecem as atividades. O Studio Garoa assina o masterplan e a comunicação visual da ação no festival. A designer Ju Amora assina a produção executiva do Fashion Hub DW!. A entrada é gratuita.
Exposição de materiais Circularidade em Foco
Com curadoria de Carol Piccin, da MateriaLAB Design, a exposição revela mais de 50 materiais que prometem transformar a moda e o design, com impactos positivos na economia criativa. Todos são sustentáveis – naturais, compostáveis, reciclados ou recicláveis –, já aplicados na cadeia produtiva ou em soluções inovadoras. Mais do que um conjunto técnico, a mostra simboliza um compromisso com ciclos produtivos regenerativos, nos quais o design atua como agente de transformação cultural e ambiental.
A exposição fica localizada no Espaço Missão do Centro Cultural São Paulo dos dias 19 a 22 de março, das 12h às 20h. Para participar, basta clicar neste link e se inscrever. A entrada é gratuita, basta apresentar o QR Code recebido no ato da inscrição.

A expografia de Circularidade em Foco se organiza em estações, onde é possível reconhecer os diversos materiais, descobrir suas diferentes origens e se surpreender com as possibilidades de usos e aplicações:
A Materialidade da Natureza
Ates de se tornarem tecidos ou superfícies, muitos materiais começam no trabalho de um inseto, no crescimento de uma planta ou na transformação de uma árvore. Nesta estação da mostra, o design celebra os ciclos naturais. Seda, juta, cortiça e folhas, como as da Orelha-de-Elefante, por meio do design, começam nos ciclos da natureza. Com o design, passam a fazer parte dos objetos cotidianos. Saiba mais no minisite da exposição.
Marcas apoiadoras: Attom Design, beLEAF, Casa da Cortiça, Castanhal, Erika Kawakami, Marco Normando, O Casulo Feliz, Osklen, Tropicca.
Látex
Extraído da Seringueira, árvore nativa da Amazônia, o material possibilita diferentes aplicações em vestimentas e mobiliário. Sua extração se dá por meio de cortes superficiais na casca da árvore, permitindo que o líquido de consistência leitosa escorra e seja coletado. Quando realizada em intervalos adequados, a prática contribui para preservar a floresta de pé. Depois de décadas de exploração intensa, práticas mais responsáveis de extrativismo valorizam o conhecimento e a presença das comunidades locais, respeitando os ciclos naturais da floresta. Saiba mais no minisite da exposição.
Marcas apoiadoras: Da Tribu, Flavia Amadeu, Me Mata A Mi Tambien

Vegetais e animais
Folhas, fibras, peles e ossos: em duas estações, vemos como o manejo correto permite que o que nasce da terra retorne a ela, fazendo novamente parte dos ciclos naturais. O convívio entre espécies estabelece relações e processos de regeneração, sem intervenção humana excessiva, completando um ciclo onde há transformação. Saiba mais no minisite da exposição.
Marcas apoiadoras: Ateliê 26, Berlan, Berloca, Catarina Mina, Diga Hemp, MariaCC, Nova Kaeru, Tilápia Leather, Queen Co. (estação 1); Artecola, Braskem, Capim Dourado Jalapão, Dalila Têxtil, Da Tribu, Fiosgood, Hering, Luly Vianna, Maria Dos Agaves, Paula Ferber (estação 2)

Micro-organismos
E se fosse possível cultivar os materiais em vez de apenas extraí-los? Fungos, bactérias e algas estão na fronteira da inovação. Graças a sua capacidade natural, criam estruturas mais sustentáveis e substâncias que podem ser transformadas em novos materiais. Assim, ao cultivar materiais no lugar de simplesmente extraí-los, o design passa a trabalhar em colaboração com os sistemas vivos. Saiba mais no minisite da exposição.
Marcas apoiadoras: Aiper, Jaqueline Padovan, Mush, Muush.
Residuais
Duas estações são dedicadas ao modelo econômico baseado em novas práticas, que substituem a antiga visão baseada em extrair, utilizar e descartar – que está atingindo seus limites físicos. Ainda hoje, recursos finitos são consumidos enquanto montanhas de resíduos são produzidas. Como etapa de transição, se fez necessário inspirar novas práticas de design: materiais antes considerados resíduo são hoje transformados em matéria-prima para peças têxteis e mobiliário. Uma das estações também mostra como materiais de origem fóssil ou mineral possuem ciclos de decomposição muito mais longos, ou seja, a “digestão” do planeta é mais lenta. Quando manejados corretamente e reinseridos em novos ciclos de uso, podem permanecer úteius por muito tempo. Cada um desses materiais reciclados representa diferentes estágios de uma transição em direção a um futuro regenerativo. Saiba mais no minisite da exposição.
Marcas apoiadoras: Ambiente Verde, Arte8 Reciclagem, Aubicon, Berlan, Dalila Têxtil, Itacordas, Jomo Thermomolding, Revoada, Saissu Upcycled Design, Sagüi, Santa Fé, Triete Atelie de Mobiliário, Trisoft, Vaique, YKK (estação 1); Agustina Comas, As Redeiras, Lepri, RatoRoi, Revoada (estação 2).

Curtiu? Visite o minisite da exposição Circularidade em Foco e confira no instagram @dwsemanadedesign informações atualizadas e outras novidades do primeiro Fashion Hub DW!. Esperamos você!
Fashion Hub DW! em 2026
Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade
De 19 a 22 de março de 2026
